CraneoVem!
Sei quem tu és...
Não vou contar!
Eu sei bem quem tu és.
Dei todo o meu sabor
ao ar que respiras,
em cima de mim...
E não há nada que nos prenda depois...
Apenas nomentos sentidos a dois.
Sim,
não há nada que te prenda depois!
Eu sei bem... quem tu és!
Vem!
Soubeste ter-me aqui
a provar,
um mundo que é só teu...
Nunca meu, nunca meu!
Quiseste ver em mim
delirar,
um olhar preso no teu céu.
Longe... nesse teu céu!
Será uma dor esse teu ser?
Será uma mancha a doer?
E não há nada que te prenda depois...
Entrega-te ao Caos!
Só eu sei ... quem tu és.
Deixa ser... vem!
Deixa estar... vem!
Nada é mais puro que o nada...
que o nada que somos no fundo.
Não vou contar!
Eu sei bem quem tu és.
Dei todo o meu sabor
ao ar que respiras,
em cima de mim...
E não há nada que nos prenda depois...
Apenas nomentos sentidos a dois.
Sim,
não há nada que te prenda depois!
Eu sei bem... quem tu és!
Vem!
Soubeste ter-me aqui
a provar,
um mundo que é só teu...
Nunca meu, nunca meu!
Quiseste ver em mim
delirar,
um olhar preso no teu céu.
Longe... nesse teu céu!
Será uma dor esse teu ser?
Será uma mancha a doer?
E não há nada que te prenda depois...
Entrega-te ao Caos!
Só eu sei ... quem tu és.
Deixa ser... vem!
Deixa estar... vem!
Nada é mais puro que o nada...
que o nada que somos no fundo.
Um Futuro Sempre Igual – U.F.S.I. (Diz-me tudo)

Eu ouvi-te dizer
que a vida corre mal.
E senti-te
com o mesmo peso habitual,
de quem mente.
Abominas toda a ponta de verdade.
E assassinas o contra-peso da maldade.
É mais fácil...
Só mais um dia confiando
que o frio te acorde,
e que me aqueças mulher!
Que a vontade não te iluda!
A verdade é tortura.
Agora, diz-me
que o futuro é sempre igual!
Quem vê, no fundo,
sabe bem pedir sem dar.
És tu quem vive
num futuro sempre igual.
Diz-me que o mundo é bom...
Diz-me tudo sem me enganar!
Eu ouvi-te dizer
que a vida sabe mal.
E senti-te
com o mesmo fardo habitual,
de que mente.
Eu não grito...
Sou mais um caso anormal.
É dormindo
que a voz de um grito é fatal,
para quem escuta.
Só por um dia
confiar que esse frio te aborde,
e que adormeças mulher.
Que a cidade não te iluda.
Que a verdade só tortura!







