Por Gilberto Costa a 29 de Junho de 2006

Sim.Claro.Pois...quem não gostaria de ter uma aula com Lee Konitz? Mas não se trata disso, trata-se da oportunuidade (que eu vou falhar por compromissos saxofónicos!!) de ver e ouvir, como diria o José Duarte... "ouver", este mestre do jazz e do Sax Alto detentor de um fraseado e timbre de outro planeta, por isso, e antes que volte para o planeta dele, não percam (por favor, façam isso por vocês!!!) Lee Konitz + Big Band de Matosinhos no Tvedras Jazz dia 1 Julho.
(Quem for diga-me o que achou.)
Por Gilberto Costa a 25 de Junho de 2006

O TMG apresenta, como sempre, um cartaz de capaz surpreender qualquer um.Desta vez apresenta a extraordinária jazzwoman Carla Bley. Passem pelo Blog do
TMG e leiam o que se escreve por lá.
Por Helena Gregório a 25 de Junho de 2006
Por Helena Gregório a 22 de Junho de 2006
Tenho andado péssima, eu nunca fui fácil mas esta semana estou demais, cá em casa ninguém me pode aturar, aproxima-se o dia da exposição e o stress aumenta, eu acho que deve acontecer com todas as pessoas que expõem o seu trabalho, afinal o que é mostrado é muito mais do que aparentemente está à vista; são os nossos sentimentos, que não é coisa pouca. Quem nunca se expõs não sabe dar o verdadeiro valor. Somos avaliados, criticados, invejados mas também apreciados por alguns e no final é sempre compensador.
Desta vez é um trabalho completamente diferente. A abstração da forma e a importância da cor, em acrílico e óleo, sei que é pouco vendável mas paciência deu-me muito prazer fazê-lo e embora o dinheiro dê muito jeito não é tudo na vida. Entendi que não deveria dar nomes aos quadros, para dar total liberdade ao observador e também porque não concordo pôr rótulos pomposos à moda dos pseudo artistas, armados em intelectuais da arte. Modéstia à parte, Rothko teria feito o mesmo e eu concordo plenamente com ele.
Estou a fazer um trabalho que eu acho muito interessante, quando estiver pronto ponho-o no site.
Agora só espero que corra tudo bem e que as pessoas apareçam.

Por Hélder Santos a 2 de Junho de 2006

A ti... sim, a ti me confessso!
Deixei de ser o menino que outrora brincava com a vida com sonhos de morte.
Passei agora a brincar com a morte, sonhando dia-a-após dia com a vida.
O erro apresenta-se sempre de uma forma clara... á tua frente, na tua cara... na minha cara! Deixamos de nos preocupar, quando temos a certeza que somos imortais... (será que temos a certeza?)
Nada é impeditivo. Não respeitas ninguém. Não respeitas quem te ama. Não te respeitas.
É mais fácil errar, para depois pedir perdão... e ter-mos atenção, carinho, compaixão.
Desprezível... no mínimo, a forma como acariciamos que cai nas malhas do infortúnio. Esquecemo-nos que a queda é fruto do salto que cada um dá, de livre e espontânea vontade. Absortos, convictos na imortalidade...