Planeta Mafra

Do concelho para o mundo!

Uma aula com Lee Konitz


Sim.Claro.Pois...quem não gostaria de ter uma aula com Lee Konitz? Mas não se trata disso, trata-se da oportunuidade (que eu vou falhar por compromissos saxofónicos!!) de ver e ouvir, como diria o José Duarte... "ouver", este mestre do jazz e do Sax Alto detentor de um fraseado e timbre de outro planeta, por isso, e antes que volte para o planeta dele, não percam (por favor, façam isso por vocês!!!) Lee Konitz + Big Band de Matosinhos no Tvedras Jazz dia 1 Julho.
(Quem for diga-me o que achou.)

Teatro Municipal da Guarda


O TMG apresenta, como sempre, um cartaz de capaz surpreender qualquer um.Desta vez apresenta a extraordinária jazzwoman Carla Bley. Passem pelo Blog do TMG e leiam o que se escreve por lá.

Comunicação conseguida


Estreou a Cor e a Forma. Tem sido bastante visitada, têm observado com muita atenção o meu trabalho, dando sempre uma apreciação bastante positiva. Tenho notado que as pessoas realmente estão a gostar desta nova fase. É curioso verificar que as pessoas tentam sempre encontrar formas de interpretar a forma abstracta. Devo concluir com este facto que consegui comunicar com o observador através das minhas formas abstractas, que tive o cuidado de não lhes dar nomes para assim lhes dar a oportunidade de observarem com total liberdade. Até agora todos têm visto coisas diferentes, o que é muito interessante. São 15 telas. Se forem visitadas por exemplo, por 300 pessoas, cada uma com interpretação diferente, dá um total de 4500 telas, isto quer dizer que esta exposição pode tornar-se numa MEGA exposição.

A Cor e a Forma


Tenho andado péssima, eu nunca fui fácil mas esta semana estou demais, cá em casa ninguém me pode aturar, aproxima-se o dia da exposição e o stress aumenta, eu acho que deve acontecer com todas as pessoas que expõem o seu trabalho, afinal o que é mostrado é muito mais do que aparentemente está à vista; são os nossos sentimentos, que não é coisa pouca. Quem nunca se expõs não sabe dar o verdadeiro valor. Somos avaliados, criticados, invejados mas também apreciados por alguns e no final é sempre compensador.
Desta vez é um trabalho completamente diferente. A abstração da forma e a importância da cor, em acrílico e óleo, sei que é pouco vendável mas paciência deu-me muito prazer fazê-lo e embora o dinheiro dê muito jeito não é tudo na vida. Entendi que não deveria dar nomes aos quadros, para dar total liberdade ao observador e também porque não concordo pôr rótulos pomposos à moda dos pseudo artistas, armados em intelectuais da arte. Modéstia à parte, Rothko teria feito o mesmo e eu concordo plenamente com ele.
Estou a fazer um trabalho que eu acho muito interessante, quando estiver pronto ponho-o no site.
Agora só espero que corra tudo bem e que as pessoas apareçam.

A… ti, me confesso!


A ti... sim, a ti me confessso!

Deixei de ser o menino que outrora brincava com a vida com sonhos de morte.
Passei agora a brincar com a morte, sonhando dia-a-após dia com a vida.

O erro apresenta-se sempre de uma forma clara... á tua frente, na tua cara... na minha cara! Deixamos de nos preocupar, quando temos a certeza que somos imortais... (será que temos a certeza?)

Nada é impeditivo. Não respeitas ninguém. Não respeitas quem te ama. Não te respeitas.
É mais fácil errar, para depois pedir perdão... e ter-mos atenção, carinho, compaixão.

Desprezível... no mínimo, a forma como acariciamos que cai nas malhas do infortúnio. Esquecemo-nos que a queda é fruto do salto que cada um dá, de livre e espontânea vontade. Absortos, convictos na imortalidade...