Não Há Festa Como Esta!
Escrever em Português
Na nota introdutória deste espaço podia-se ler "Para tal é necessário cumprir quatro requisitos: respeito, tolerância, educação... e escrever em Português!"
Esta parte do escrever em Português suscitou alguns comentários ao facto de ter tópicos escritos em Inglês, nomeadamente, letras de músicas.
Com aquela expressão era minha intenção dizer que não admitia a chamada escrita sms, como tal a dita foi alterada para "escrever correctamente", reservando-se a administração, eu, ao direito de definir o que é escrever correctamente! ![]()
Ah, e tal!…
Ontem:
- Que raio de tempo! Nem é verão nem deixa de ser. Ontem choveu a cantaros, hoje é uma ventania que não se pode. Isto está tudo trocado. Ainda não tive um dia de praia, nem parece que estamos a chegar a Agosto! Raios estou farto disto!
Hoje:
- Tanto calor não se aguenta!...
Santa Incompetência
Recentemente houve um surto de papeira num dos edificios da empresa onde trabalho, felizmente bem longe do meu! Mas isto não tem nada a ver com a minha história... ou terá?!
Depois de uma bela tarde de Sábado ventosa e friorenta no Parque Desportivo, a "flor-de-estufa" da minha garganta inflamou e nem com Brufens a coisa lá ia. Com o aumento das dores a engolir decidi hoje, Quinta-feira, ir ao Posto Médico da empresa saber se a medicação estava correcta ou se me receitavam outra.
Depois de ver a garganta e de apalpar o pescoço junto às orelhas, a médica - uma espanhola ainda nova e toda giraça - diagnosticou papeira. Fiquei estupefacto, pois os meus sintomas eram em tudo iguais aos que sempre tenho nestas situações e não me parecia que tivesse nada inchado.
Então a médica foi chamar a colega, mais experiente, tendo começado algo digno de Monty Python, algo... "completamente diferente":
"Não me parece, mas eu não conheço a sua fisionomia. O Sr. acha que está inchado?"
Ainda mais estupefacto e apalpando a referida zona, levantei-me e dirigi-me ao espelho ("isso veja ao espelho. O que acha? ").
Lá disse que achava que não, mas que não era médico. Perante a convicção da médica mais nova, perguntei então o que se deveria fazer e que cuidados ter com o meu filho. Dei por mim no meio de um consultório rodeado por duas médicas que se olhavam com uma expressão de quem não sabia o que fazer, e me olhavam como que perguntando o que fazer!
Perguntei-lhes o que têm feito com os outros casos que apareceram. "Vão para casa. Se calhar, o Sr. faz os exames e pelo sim pelo não, vai para casa até virem os resultados que deve demorar três dias, se pedirmos com urgência"; "Isso vai implicar com a sua actividade, não é?", perguntou a mais velha, "Pois, é chato!"
"Oiçam" - disse eu - "eu não sou médico, mas não me parece que tenha qualquer sintoma diferente do que tenho normalmente quando estou com a garganta inflamada. E eu no Sábado passado apanhei vento frio durante a tarde o que, normalmente, é suficiente para isto acontecer. Se calhar e como amanhã já é Sexta-feira, continuava a fazer o Brufen durante o fim-de-semana e na Segunda-feira faziamos um ponto da situação. Mas eu não sou médico!"; "Pois, e vinha trabalhar amanhã... também é só um dia" - disse a mais velha.
Então, a espanholita receitou Spidifen (que é mais forte que Brufen) 3 vezes ao dia até Segunda-feira.
Claro que quando saí do trabalho fui ao médico! Lá contei a história do vento frio de Sábado, da papeira no trabalho e da surreal consulta no posto médico da empresa.
"Santa incompetência", foi a expressão que o médico usou. "Faça lá o Spidifen 3 vezes ao dia. As melhoras e... sem comentários!"
Aborto Madeirense
Hoje ouvi na rádio que Marques Mendes disse que ainda não se tinha referido ao último fait-diver de João Jardim, sobre a aplicação da lei do aborto na Madeira, porque ninguém lhe tinha ainda perguntado.
Marques Mendes que fala de tudo e de nada, por tudo e por nada, num exercicio que só é igualado por Paulo Portas - curiosamente outro que nada ainda havia tido sobre o asssunto - achava que só deveria falar de algo tão grave como a não aplicação de uma lei da Republica, quando alguém expressamente lhe perguntasse!
Ainda por cima tratando-se de um Presidente de um Governo Regional eleito pelo partido do qual ele próprio é presidente! Ou terá sido por isso mesmo?...
Este tempo em que vivemos
Retiro este excerto da opinião de José Jorge Letria: “(...) como mérito absoluto o primado da imaginação e do sonho num tempo demasiado programado, previsível e desinteressante.”; por achar que define este tempo em que vivemos!
3-F / Submarino ao fundo
O Ministério Público (MP) suspeita que o negócio dos submarinos, concretizado na altura em que Paulo Portas era ministro da Defesa, possa ter financiado o CDS-PP (...)
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1300034
Nunca se percebeu muito bem a razão do regresso do PP (Paulo Portas) ao PP (Partido Popular). Talvez estivesse a perder influência!...
