Mais EBooks Técnicos Gratuitos
Free Ebooks :)
Basicamente contem o link para estes três livros que podem dar uma mãozinha a qualquer um interessado em trabalhar nestas tecnologias.
•Introducing Microsoft LINQ by Paolo Pialorsi and Marco Russo (ISBN: 9780735623910)This practical guide covers Language Integrated Query (LINQ) syntax fundamentals, LINQ to ADO.NET, and LINQ to XML. The e-book includes the entire contents of this printed book!
•Introducing Microsoft ASP.NET AJAX by Dino Esposito (ISBN: 9780735624139)Learn about the 2007 release of ASP.NET AJAX Extensions 1.0, including an overview and the control toolkit.
•Introducing Microsoft Silverlight 1.0 by Laurence Moroney (ISBN: 9780735625396)Learn how to use Silverlight to simplify the way you implement compelling user experiences for the Web. Discover how to support an object-oriented program model with JavaScript.
Aproveitem...
Boas Leituras
Novo portátil
Para quem não estiver a ver qual é este modelo podem ler esta review, esta ou esta;

A alternativa seria um macbook mas vejamos as vantagens deste:
- Grande monitor
- Grande resolução (1920x1200)
- Grande placa gráfica (NVidia Quadro FX 570M)
- Excelente teclado (clipti,clap)
- Touchpad e trackpoint muito bons (são muito bons e é muito bom ter os dois)
- Silencioso (mal se ouvem as ventoínhas nem quando estão ao maximo)
- Não aquece (dá para usar ao colo, really, perdeu-se um utensílio de cozinha)
- Disco 7200rpm
- 4GB ram
- Resistente (chassis ultra reforcado)
- Leitor de cartões universal
- Encriptação do disco
- Hdaps (geek factor)
- tp_smapi (parâmetros para battery health)
- Fscking upgradeable (free bays para disco e bateria extra)
- Sistema de drenagem de líquidos que possam ser entornados no teclado (:))
- Não tem webcam (fazem-me ficar nervoso)
tem a desvantagem de ser ligeiramente mais pesado e bem maior.
Detalhes aos quais não dou muita importância:
- Leitor de impressões digitais
- Thinklight (há que achar piada à abordagem pragmática. até que é útil por vezes)
Importante é a falta de suporte decente da NVidia para xrender no driver proprietário. Por causa da má performance 2D tive de começar a usar Compiz e ainda corro o risco de me habituar :) Esperemos que sigam as linhas da Intel e ATI/AMD e comecem gradualmente a abrir e a aproveitar os recursos que o open-source lhes permitirá ter que os programadores lobomotizados que têm actualmente não permitem.
Instalei o Ubuntu (Hardy Alpha 4) por causa do melhor suporte do hardware. Usava Fedora/RedHat vai para 9 anos (antes era Debian). O yum à vista do apt-get deixa muito a desejar, o apt-get e dpkg são rock-solid, uso apt-get há tempo suficiente para ter isso em mente.
Alem disso mudei de KDE para GNOME por causa do óptimo suporte de compiz, hardware/application keys e NetworkManager. Sim, e contribuiu também para esta mudanca o estado actual do Kde4 (as melhoras...).
Removi toda a tralha de Mono e afins que me provocavam grande desconforto (:)). Removi e tornei a remover.
Com esta mudanca de DE tive de começar a usar aplicações GNOME/Gtk. As substituições que fiz e alternativas que encontrei para as aplicações do dia a dia foram as seguintes:
- Kspread pelo Gnumeric (infelizmente não suporta ods, pelo menos esta versão, pelo que tenho de alternar com o mastodonte do OpenOffice)
- Kopete pelo Pidgin (estupidamente pouco configurável, não é alternativa à altura)
- Dolphin pelo Nautilus (nada a dizer, não perdi nada, pelo menos para a utilização que lhe costumava dar)
- Konversation pelo Xchat (nada a dizer, não perdi nada, até me trouxe à memoria os tempos de IRCop na moribunda PTNet)
- Konsole pelo Gnome-terminal (nada a dizer, não perdi nada, alias até ganhei uns crashes para animar)
- Akregator pelo Liferea (lento, nada configurável, voltei ao akregator)
- System-guard pelo System-monitor (muito pouco configurável mas desenrasca)
- Ktorrent pelo Deluge (nada a aponter, bastante bom)
- Katapult pelo Deskbar applet
- Noatun pelo Audacious (melhor que o noatun, é, salvo erro, um fork do Xmms)
- Amarok pelo Exaile (bom mas continuo a usar o amarok 60% do tempo)
ainda não encontrei alternativas para o Digikam, Gwenview e Kpf (havia qualquer coisa para este último mas era em Mono).
Mantive o Mutt e o Opera e os shortcuts alt+w para novo terminal e o alt+s para launcher sem os quais a vida não tem o mesmo sentido.
É curiosa a quantidade e a qualidade das aplicações em Python(-gtk). Passei, por exemplo, a usar o Deluge e o Exaile e não tenho queixas.
O que vi de bom no GNOME:
- tudo a funcionar out-of-the-box
- gconf-edit como forma centralizada e simples de configurar tudo
- integração do NetworkManager
- integração com ssh-agent/keyring
- integração com compiz
- themes de Gtk são mais completos e integrados
- os gnome-terminals consumem bem menos recursos porque são um unico processo, por outro lado quando crasham crasham todos :)
de mau:
- configs e docs espalhados por varios directórios (versus o ~/.kde que torna os backups mais simples)
- nada de dcop (mas a verdade é que o KDE4 também já não tem)
- tudo muito menos configurável, a maior parte das aplicaçes só com as opções que algum iluminado achou que eram as únicas que alguma vez alguém quereria
- não me lembro da última vez que tive um crash/freeze em KDE, já tive 2 nesta instalação mas como ainda estou com a versão beta do Hardy e como o compiz deve ter culpas no cartório vou deixar para mais tarde a confirmação de que o gnome é maior consumidor de recursos e menos robusto
Agora que está tudo a funcionar a luta é reduzir o consumo, aumentando a autonomia. Consegui um mínimo?de 15.5Wh o que numa bateria como esta, de 88Wh, dá para mais de 5h30m.
Alguns screenshots do desktop:
Last, se alguem quiser comprar uma key do M$ Vista Ultimate eu vendo barato, não cheguei, óbviamente, a activar.
Free Ebooks
Aqui fica o link
www.flazx.com
Aproveitem
Mini-Férias
O projecto em que estou a trabalhar vai de vento em popa.
Na Weboeste.Com estamos a acabar o nosso novo site e tenho uns projectos novos para gerir.
Resumindo, trabalho... muito, descanso.... pouco.
E finalmente vi uma pequena luz ao fundo do túnel. Um fim de semana grande...
Escolhi Monte Gordo como destino, soube-me mesmo bem.... grandes caminhadas pela praia, descanso, e abstração total das responsabilidades.
Talvez eu meta aqui algumas das poucas fotografias que tirei.
Grandes frases – I
Há frases que merecem um post por si só. Esta é uma delas:
Toda a gente pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar-se a si mesmo.
- Leo Tolstoy
Na versão que li pela primeira vez, em inglês visto não saber russo, era assim:
Everyone thinks of changing the world, but no one thinks of changing himself.
Aqui vou eu!
Parto para o descanso merecido, ansiado.
Parto para o paraíso, para o sonho de tantas noites, para o sonho-realidade.
Estou feliz e a felicidade de ter na mão o que desejamos por tanto tempo faz-me ter medo de não conseguir consciencializar-me da grandeza de tudo isto, da verdade do que vivo.
Parto de férias por uma semana.
O meu mundo ficará à minha espera, assim como este blog.
Até lá, voo ao encontro do céu!
Resquiat in Pace Sir Arthur C. Clarke
Mais uma pessoa que me diz muito no campo da literatura, e do fantástico no seu todo, nos abandona. Parece que desde que iniciei este blog que começa a ser o prato do dia. Mas as pessoas não são eternas, e o grande mestre que nos abandona hoje já não era novo, como ele próprio o disse, já tinha passado mais de noventa órbitas do céu. E com grande humor referiu recentemente que uma pessoa sabe que está velho, quando as velas custam mais que o bolo. Esta frase foi proferida por ele num vídeo, que colocarei aqui no final do texto via youtube, em Dezembro de 2007, por altura do seu nonagésimo aniversário, em que ele próprio admite que a morte está perto, e no qual quis deixar algumas palavras aos seus fãs.
Lembro-me do meu primeiro contacto com Arthur C. Clarke, num verão do inicio da década de 90. Teria eu os meus dez, talvez onze, anos e resolvi ir, como tantas vezes, até à Biblioteca Municipal de Mafra, para ver se alugava um livro. Nesse dia resolvi pegar em ficção cientifica, pois eu gostava de ciência, e o tema haveria de me interessar. 2001 Odisseia no Espaço foi o titulo que me saltou à vista, e lá o trouxe para casa. Ficaria bem dizer que o devorei num instante, mas não foi esse o caso. Lembro-me que demorei algum tempo a lê-lo, provavelmente um mês, até porque achei que era um pouco difícil, e que tinha um final mau até. O que na altura achei difícil, anos mais tarde na releitura, e na língua original, achei delicioso. E o final que achara mau, de repente tornou-se mágico e perfeito. Esta obra era na realidade um pequeno conto que Clarke tinha escrito, mais tarde por desafio de Stanley Kulbric reescrito e aumentado, para aquilo que viria a ser o guião do filme, e finalmente preparado para a versão final em romance.
Parece que a cada passo que dei na minha vida, descobri mais um pouco de Clarke. De escritor de livros que li em criança, passou para referencia como um dos grandes nomes da Ficção Cientifica. Depois dentro desta como um daqueles que realmente até percebia algo de ciência, e se ralava com ela. Não em apenas fazer naves aos tiros, que tão mau nome tem dado ao género. E já na faculdade, no estudo de satélites artificiais e a sua utilização nas telecomunicações, vim a saber que Clarke foi o primeiro a propor tal uso, e a descrever com precisão qual seria a melhor órbita para estes operarem. E esta órbita é a que ainda hoje é utilizada, de tal forma que por muitos é conhecida por Órbita Clarke. Acredito que durante muitos anos ainda vou descobrir mais facetas deste homem, nascido no Reino Unido no início do século passado, e que hoje nos deixou, na ilha onde viveu grande parte da sua vida, e que Camões refere logo no primeiro canto dos Lusíadas como Taprobana. Problemas de respiração tiraram a vida ao homem que ainda em Dezembro dizia que não era por estar preso a uma cadeira de rodas que estava impedido de viajar com a sua mente pelo universo.
Mas se algo me deixa feliz no meio desta noticia de morte, é as palavras do homem, eternizadas por ele em vídeo, em que diz que viveu uma vida grande, e que viu mais nascer e acontecer do que alguma vez supôs. Viveu uma boa vida. Descansa em paz.
Minghella/C. Clarke RIP
Que dia!
Ao almoço recebi a noticia que Anthony Minghella tinha falecido.
Podia ser um qualquer… mas não! É só o responsável, por passar para pelicula, o singular romance de Michael Ondaatje, The English Patiente. O filme que mais lágrimas me fez derramar. O filme que mais me fez ter vontade de amar alguém. Um filme que…apetece rever.
Ao jantar foi a vez de Arthur C.Clarke. Morreu o grande pensador do futuro. Morreu o criador dos satelites geoestacionários e do Hal 9000. Morreu o romancista de 2001 - Odisseia no Espaço. O universo ficou mais pobre!



