Por Nuno Ferro a 31 de Julho de 2008
Quando hoje de manhã li que o Presidente da República se vai dirigir ao país esta noite passou-me pela cabeça “o homem está doente e vai-se demitir”. Ao almoço coloquei a questão e obtive a seguinte resposta “vai convocar presidenciais, não vejo outra razão para o Cavaco falar ao país sem ser algo de extrema gravidade”.
Resta esperar que estejamos os dois engandos, pela óbvia questão humana e por já chegarem as 3 eleições do próximo ano.
Por Pedro Tomás a 31 de Julho de 2008

A comunicação de hoje do Presidente da Republica Prof. Aníbal Cavaco Silva pode trazer uma surpresa, não faço aqui previsões, mas já circula que algo de sério se vai passar.
Numa altura do ano em que metade do País está a banhos seria pouco credível que a comunicação fosse sobre o estatuto autonómico dos Açores ou sobre a actual situação económica.
Vamos aguardar.
Por Pedro Tomás a 31 de Julho de 2008

"O Benfica parece estar a contratar como nunca, para perder como sempre"
Autor anónimo, Julho de 2008
Por Pedro Tomás a 31 de Julho de 2008
Parei à pouco numa Pastelaria na Igreja Nova para comer um bolo e beber um sumo, eram 11h30 e a fome começava a apertar, para alem da dita Pastelaria anunciar a venda de caracóis, pregos e outros petiscos que como sabemos é habitual serem vendidos nestes espaços comerciais fui confrontado com duas Senhoras a servir que mais parecia que estavam a cumprir alguma penitencia.
O seu ar de enfado, o arrastar dos pés e a forma como atendiam os (poucos) clientes faziam que quem fosse atendido por este belo par de jarras se sentisse mal por estar a incomodar o seu dia.
Esta forma de ser atendido deixa-me de veras mal disposto, infelizmente subsiste em alguns comerciantes esta ideia e forma de estar perante o cliente, má postura, má apresentação e acima de tudo má educação.
Confundir pastelaria com snack-bar, ou mesmo com tasca é também um erro em que alguns continuam a insistir, está mal, não faz sentido!
O comércio tradicional para sobreviver não precisa de comerciantes assim, são eles que o estão a condenar a uma morte lenta e dolorosa.
Basta dar uma volta por grande parte das lojas do centro da Vila de Mafra para verificar como muitos espaços pararam no tempo, na forma de atender, na dinâmica comercial e na apresentação da sua loja.Com mais duas grandes superfícies comerciais a nascer em Mafra, uma delas um “tubarão” chamado Continente o nosso comercio local se não modificar muita da sua forma de estar está condenado, e quando isso acontecer vamos todos ficar a perder
Por Artur Coelho a 31 de Julho de 2008

Rascunho.
Por Artur Coelho a 31 de Julho de 2008

William Weir (2006).
50 Weapons That Changed Warfare. Londres: Bounty Books
Amazon | 50 Weapons That Changed WarfareA história militar é algo que se olha com um misto de fascínio juvenil e de desgosto perante o horror que se oculta atrás das fantásticas invenções, histórias de valor ou descrições das engenhosas estratégias. Sendo assunto fascinante, deslumbra mas não perdendo de vista que a guerra é, no fundo, uma súmula de atrocidades e destruição, que o objectivo final - a vitória sobre o inimigo, só é possível após a aplicação do engenho humano em metodologias de morte organizada.
50 Weapons That Changed Warfare olha com algum pormenor para o elemento essencial da guerra, as armas. Analisa, de forma sumária, cinquenta armas cujo impacto sobre o campo de batalha mudou as estratégias e formas de fazer guerra, tornando a sua natureza mais horrífica. Da lança à alabarda, sem esquecer as variações das armas de fogo, passando pela evolução naval que destronou o navio de guerra em favor do submarino, a evolução da tecnologia bélica é vista pelos impactos e transformações que causa.
Dizia McLuhan que os generais estavam sempre bem preparados para combater as guerras anteriores, e este livro espelha essa opinião. Weir descreve os impactos destas cinquenta armas sob o campo de batalha ilustrando com histórias do seu primeiro aparecimento, geralmente carnificinas em que quem usava a nova arma aniquilava inimigos habituados às antigas tácticas. Algo que nunca foi tão vedade como nas tincheiras da I Guerra, onde as tácticas de carga de soldados do século XIX embateram com as armas do século XX, com perdas de vida inimagináveis. O livro termina com uma análise de armas capazes de paralisarem os mais modernos e avançados exércitos. Não equipamentos de alta tecnologia, mas primitivas armas improvisadas, o armamento de eleição de insurgentes e movimentos terroristas.
(Um à parte: note-se como o vocabulário muda com as épocas. Antes do 11 de setembro, usar-se-iam os termos
rebeldes,
gerrilheiros e
combatentes da liberdade. Agora, neste novo mundo atemorizado, os que se opõem à ocupação do seu país são
insurgentes, ao invés do mais nobre
resistente.)
Por Artur Coelho a 30 de Julho de 2008

Confirma-se, via Wired, que o magalhães é
a maior encomenda mundial de Classmates da Intel. O lado positivo? A montagems das máquinas em portugal sempre gera mais postos de trabalho. O lado negativo? É um subsídio do governo português a um gigante mundial. Sem este meio milhão de pcs para portugal, o Classmate não se sobrepunha ao OLPC nem se impunha no quente mercado dos ultra-portáteis de baixo custo. O lado inexistente? A tal construção totalmente portuguesa (que aliás já existe, com outras marcas e modelos). O Classmate será meramente licenciado, apesar do que apregoam os media. O lado dor-de-cabeça? Pobres coordenadores tic que terão de assegurar a viabilidade da estrutura e rede informática das escolas (mas esta, é uma boa dor de cabeça).