Por Artur Coelho a 30 de Novembro de 2008

Manhã chuvosa, mar bravio. E para passar a tarde abrigado do frio e da chuva porque não revisitar os futuros utópicos que nunca se concretizaram:
45 Vintage Space-Age Illustrations.
Por Artur Coelho a 30 de Novembro de 2008
Mais uma nota que saiu, mais uma razão para saborear um cálice de bom porto: 19 a Internet na Educação.
Sabe bem, mas o meu objectivo não é tirar grandes notas. Tudo isto de nada me serve se a tese que desenvolver não seja significativa e contribua para melhorar a integração das tecnologias digitais na sala de aula.
Mesmo assim sabe bem.
Por Artur Coelho a 29 de Novembro de 2008
Video-experiência sobre o tema "jogos e simulações como recurso educativo". Ainda a precisar de afinar arestas.
Por António Miguel a 29 de Novembro de 2008
O AMOR ~ Gibran Kahlil Gibran ~
Então, Almitra disse: “Fala-nos do amor.”E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão,e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:
Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,
Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,
Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia
E meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.
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Por António Miguel a 29 de Novembro de 2008
Amai-vos...
Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:Que haja antes um mar ondulante entre as praias de vossas almas.Encheis a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vos estar sozinho.Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.Dai vossos corações, mas não confieis a guarda um do outro.Pois somente a mão da vida pode conter nossos corações.E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;Pois as colunas do templo erguem-se separadamente,E o carvalho e o cipreste não crescem a sombra um do outro.Kahlil Gibran
Por Marco Oliveira a 28 de Novembro de 2008
Este excerto encontrei na net quando fiz uma busca com algumas palavras que me lembrava de uma das canções que o meu avô (inglês) cantarolava de vez em quando durante a minha infância.
Chorus:
Weel may the keel row, the keel row, the keel row
Weel may the keel row that my wee laddie's in
Weel may the keel row, the keel row, the keel row
Weel may the keel row that my wee laddie's in
As I came through Sandgate, through Sandgate, through Sandgate
As I came through Sandgate I heard a lassie sing
As I came through Sandgate, through Sandgate, through Sandgate
As I came through Sandgate I heard a lassie sing
Wha' s like my Johnnie, sae leish, sae blythe, sae bonnie
He's foremost 'mang the mony keel lads o' the Tyne
Wha' s like my Johnnie, sae leish, sae blythe, sae bonnie
He's foremost 'mang the mony keel lads o' the Tyne
He wears a blue bonnet, blue bonnet, blue bonnet
He wears a blue bonnet, a dimple on his chin
He wears a blue bonnet, blue bonnet, blue bonnet
He wears a blue bonnet, a dimple on his chin
leish - lithe
(as sung by The Ian Campbell Folk Group)
Por Sónia Ricardo a 28 de Novembro de 2008
Apeteceu-me partilhar estas imagens que capturei em momentos que servi (e com prazer) de companhia em noites de pescaria à bóia e ao fundo. Servi só de companhia porque não posso escrever aqui que também lancei a cana porque não tenho licença para isso. Ups.

Também carreguei na mochila a 'bucha' (o pão, o queijo e o vinho tinto), isquei, dormitei debaixo das estrelas e assustei alguns cardumes. "S!!! Não mandes luz para o mar!!"
Por Artur Coelho a 28 de Novembro de 2008
Sneak preview II. Editado no Pinnacle VideoSpin, som no Audacity, clips via YouTube e conversões em AnyvideoConverter. Quase pronto...