E por falar em insultos no Parlamento…
Por Pedro Tomás
Não quero de forma alguma ao mostrar este vídeo desculpabilizar Manuel Pinho, mas que fique bem claro que no que se refere a insultos não existem “virgens” no Parlamento!
Tem doi-doi o menino!
Por Pedro Tomás
Calma Manel!
Por Pedro Tomás
Do you remember the time…?
Por Pedro Tomás
Nova geração.
Por Pedro Tomás
A essência.
Por Pedro Tomás
“Em cada cidade, em cada município, em cada povoado, há sempre um grupo de homens que estão longe do povo, dos seus interesses, dos seus tormentos, da sua alma: chama-se a este grupo mundo oficial, camarilha, aristocracia, etc.Este grupo(…) tem falsos sentimentos e dura consciência, não conhece a justiça, não aceita a verdade; ali estudam-se as influências, apontam-se os patronatos, contam-se os compromissos; só com estas coisas se ocupam, só por elas se dirigem.”Eça de Queirós, in Distrito de Évora, 17 de Janeiro de 1867
Esta experiência de andar a correr o Concelho fazendo contactos para as Freguesias está a ser uma boa preparação para a Campanha que se está a aproximar e também uma óptima ocasião para estar mais perto das pessoas.
São já muitas as pessoas com as quais tive a oportunidade de trocar impressões sobre o Concelho ou sobre a sua Freguesia e de todas elas retiro sempre alguma mensagem e preocupação.
Uma coisa é óbvia, existe neste Concelho um tremendo fosso entre os Autarcas e os seus Munícipes, o poder ensurdeceu quem tem de gerir os destinos de Mafra, as pessoas querem ser ouvidas, a gestão Municipal tem e deve ser de proximidade.
Ao longo destas quase três décadas de gestão Social-Democrata o poder foi-se tornando “aristocrata” ou se quiserem elitista, esta postura é nefasta, confundir autoridade com arrogância tem a breve prazo consequências negativas quer para eleitos, quer para eleitores.
As pessoas têm de estar em primeiro lugar, saber ouvi-las, escutar os seus anseios e preocupações e agir indo ao encontro das suas ambições é um desafio, a Politica Autárquica vive desta proximidade, não a aceitar ou desprezar estas evidências é esquecer a essência das Autarquias locais.
Esta experiência de andar a correr o Concelho fazendo contactos para as Freguesias está a ser uma boa preparação para a Campanha que se está a aproximar e também uma óptima ocasião para estar mais perto das pessoas.
São já muitas as pessoas com as quais tive a oportunidade de trocar impressões sobre o Concelho ou sobre a sua Freguesia e de todas elas retiro sempre alguma mensagem e preocupação.
Uma coisa é óbvia, existe neste Concelho um tremendo fosso entre os Autarcas e os seus Munícipes, o poder ensurdeceu quem tem de gerir os destinos de Mafra, as pessoas querem ser ouvidas, a gestão Municipal tem e deve ser de proximidade.
Ao longo destas quase três décadas de gestão Social-Democrata o poder foi-se tornando “aristocrata” ou se quiserem elitista, esta postura é nefasta, confundir autoridade com arrogância tem a breve prazo consequências negativas quer para eleitos, quer para eleitores.
As pessoas têm de estar em primeiro lugar, saber ouvi-las, escutar os seus anseios e preocupações e agir indo ao encontro das suas ambições é um desafio, a Politica Autárquica vive desta proximidade, não a aceitar ou desprezar estas evidências é esquecer a essência das Autarquias locais.
A Inevitabilidade das Revoluções
Por Pedro Tomás

"As revoluções não são factos que se aplaudam ou que se condenem. Havia nisso o mesmo absurdo que em aplaudir ou condenar as evoluções do Sol. São factos fatais. Têm de vir. De cada vez que vêm é sinal de que o homem vai alcançar mais uma liberdade, mais um direito, mais uma felicidade. Decerto que os horrores da revolução são medonhos, decerto que tudo o que é vital nas sociedades, a família, o trabalho, a educação, sofrem dolorosamente com a passagem dessa trovoada humana. Mas as misérias que se sofrem com as opressões, com os maus regímens, com as tiranias, são maiores ainda. As mulheres assassinadas no estado de prenhez e esmagadas com pedras, quando foi da revolução de 93, é uma coisa horrível; mas as mulheres, as crianças, os velhos morrendo de frio e de fome, aos milhares nas ruas, nos Invernos de 80 a 86, por culpa do Estado, e dos tributos e das finanças perdidas, e da fome e da morte da agricultura, é pior ainda. As desgraças das revoluções são dolorosas fatalidades, as desgraças dos maus governos são dolorosas infâmias."Eça de Queirós, in 'Distrito de Évora'


